Em período de eleições para os governos municipais, poucas vezes tocamos na temática ambiental. Por este motivo, escolhi este texto da Doraldina ,da RedCalc, para trazer para todos vocês uma reflexão sobre essa tão importante questão
Campaña electoral y contaminación ambiental
Doraldina Zeledón Úbeda - doraldinazu@gmail.com
END - 19:25 - 28/09/2008
http://www.elnuevodiario.com.ni/opinion/28219
Los responsables de las campañas de los partidos políticos deberían analizar sus productos de comunicación, antes de publicarlos. Y no sólo los discursos directos de los textos y las imágenes, sino su interrelación, que a veces genera mensajes contradictorios o no deseados. Además, sería conveniente analizar el soporte de sus campañas, pues también "el medio es el mensaje".
Un día de estos fui a Estelí y me encontré con bolsas de plástico que un partido regalaba como parte de su campaña. Entonces, mientras instituciones y organizaciones motivan para no usarlas, ellos, sin una reflexión sobre el efecto de sus acciones, comienzan a repartirlas; lo cual trasluce que eso no les preocupa y que cuando se muestran amigables con el entorno, es solamente una máscara verde para atraer votos, como si los electores no razonaran.
Las bolsas plásticas tardan miles de años en desintegrarse. Además de ensuciar y contaminar el ambiente, para su fabricación se necesita mucha energía. Pero no sólo ensucian y afean la ciudad, sino que se conviertan, como alguien dijo, en la "flor nacional", que se ve por todos lados: proliferan en las calles y atascan los cauces, florecen en los árboles, en los cercos, en los pantanos y hasta en el polvo de los caminos. Y van a dar al mar y al lago. Y son una trampa para algunos animales que las confunden con alimentos, se las tragan, y se asfixian. Y esas mismas bolsas son tragadas por otros y así van en cadena, por lo que el peligro se multiplica.
Mientras a nivel mundial se está impulsando el uso de bolsas de tela, aquí los que buscan llegar al poder para dirigir los asuntos municipales, promueven y propician el uso de las bolsas plásticas. Ni siquiera piensan que su mensaje se desechará al primer uso; mientras que si regalaran bolsas de tela, su mensaje sería más duradero, menos contradictorio y no contaminarían, al menos el medioambiente físico; pero podrían contaminar el medioambiente emocional, si se dedican a atacar a los adversarios en vez de ofrecer propuestas atractivas, congruentes, inteligentes y realistas.
Y el problema también es por contaminación acústica. No sólo me lo han comentado, lo he presenciado; y el mensaje ni se escucha, debido al estruendo y a la mala calidad del sonido o al mal uso del equipo. La publicidad ambulante es para eso: para difundir mientras se está desplazando, no para estacionarse. Sin embargo, se parquean frente a las casas de habitación, o pasan una y otra vez. Y en vez de dar un mensaje que atraiga a los electores, lo que generan es rechazo, lo cual es lógico pues están afectando su salud y tranquilidad.
¿Por qué será tan difícil que se entienda que el ruido afecta la salud? ¿Será necesario ver chorrear sangre de los oídos cada vez que el ruido sea insoportable? Antes había, al menos para Managua, un decreto sobre la publicidad ambulante; se derogó, pero no se aprobó otro. ¿Será tan difícil?
La publicidad ambulante necesita un horario, pues no se puede estar a toda hora con los anuncios. Y debería indicar cuestiones de calidad del sonido, ya que a veces es tan malo que no se entiende y molesta tanto como el alto volumen. Aunque esto de la calidad deberían normarlo los clientes y los propietarios de los equipos, unos no contratando malos servicios, y los otros, ofreciendo un mejor sonido, que incluya volumen adecuado para no afectar la salud. Y no es que se esté en contra de la publicidad ambulante, pues cumple una función social y genera empleos, pero debe normarse. Y debería ser atractiva. Pero bien, el caso no es la publicidad ambulante normal, sino el ruido de las campañas, que igualmente debe ser regulado.
Y no sólo es el estruendo de los equipos de sonido, sino los bocinazos de las caravanas de vehículos, que irrespetan y maltratan a los electores.
Seguramente ésta es una excepción que se auto conceden los políticos. ¿O será que las autoridades otorgan este permiso? Y si no lo otorgan, tampoco escuchan los bocinazos. O el poder político-partidario se impone ante el deber constitucional de proteger la
salud y el medioambiente.
¿Por qué una propaganda con gritos, bocinazos y bolsas plásticas?
¿Por qué los partidos políticos sólo ven el voto en cada ciudadano?
¿Por qué no ven a un ser humano que merece respeto? ¿Por qué no nos hacemos respetar? La contaminación ambiental nos afecta a todos y a todas, y quienes lleguen a la silla edilicia serán los principales responsables del medioambiente saludable y la salud de la población. ¿Qué podemos esperar de estos candidatos y candidatas?
Hay que agregar la contaminación visual, con mantas, carteles y vallas. Y las botellas, plásticos y miles de papeletas que dejan las concentraciones ¿En qué les ayuda esa cantidad de papeles que quedan tirados? ¿Saben cuánta agua y cuánta energía significa fabricar ese papel? ¿Y cuánto contamina su fabricación?
Durante os dias 26 e 27 de setembro, representantes de ONGs do Nordeste ligadas à preservação da Mata Atlântica estarão reunidas em Recife para a oficina de capacitação do Projeto “A Mata Atlântica e sua biodiversidade no contexto da mitigação das mudanças climáticas – A contribuição da sociedade civil”.
Nesses dois dias os participantes receberão capacitação na temática das mudanças climáticas e do seqüestro de carbono. Com isso a RMA pretende formar multiplicadores entre as instituições com o objetivo de difundir informações sobre a biodiversidade, a importância socioeconômica, potenciais de conservação, recuperação e serviços ambientais da Mata Atlântica.
Segundo a coordenação da rede, o projeto pretende ter um caráter inclusivo viabilizando o conhecimento e a implementação da Lei da Mata Atlântica, promovendo o acesso ao Mercado de Carbono às pessoas, comunidades e instituições que teriam dificuldade
A Mata Atlântica é considerada Patrimônio Nacional pela Constituição Federal. Inicialmente cobria 15% do território brasileiro. Hoje em relação à área original do bioma, restam aproximadamente 8% de remanescentes de vegetação primária. É considerado o segundo bioma mais devastado
A Rede de Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica (RMA) foi criada em 1992 durante a Rio – 92 por 46 ONGS. Hoje são mais de 300 filiadas nos 17 estados onde o bioma está presente. A instituição tem como objetivo a defesa, preservação, conservação e recuperação da Mata Atlântica através da promoção de intercâmbio de informações de mobilização, da ação política coordenada e do apoio mútuo entre as instituições.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Projeto Carbono
Conversamos com Rachel Trajber, responsável pela Coordenação Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação, e coordenadora da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente. Confira!
O que é a Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente?
Eu vou fazer uma brincadeirinha, cá entre nós: na verdade, a Conferência é um bom pretexto pra gente trabalhar educação ambiental com um olhar mais amplo e com essas temáticas tão importantes e tão graves que estão acontecendo atualmente pra humanidade toda, temáticas planetárias, que são as mudanças ambientais globais.
Então, como é que a gente trabalha com escolas, e com pessoas que estão aprendendo - nós todos estamos aprendendo a aprender - essas novas formas de trabalharmos na sociedade, essas novas formas de produção de conhecimento? A conferência é um pretexto pra gente fazer isso, porque ela traz um material aberto pra debates, cheio de perguntas, de questões, de projetos, cheio de provocações, pra colocar as pessoas debatendo sobre como vai ser a nossa sociedade, a nossa comunidade, com relação a essas problemáticas globais tão fortes que estão mandando no nosso planeta atualmente, que são essas mudanças ambientas globais.
E como a Conferência funciona na prática?
Isso é uma característica de Conferência. Uma Conferência é uma instância de deliberações coletivas, que elege delegado e elege um texto base, também, que acompanham as instâncias de Conferência para momentos mais abrangentes.
A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente começa na escola, que é onde está toda a riqueza do debate. Cada escola, então, pega o material que a gente mandou, trabalha com os conteúdos desse material - que é um texto base - e com o olhar daquela comunidade, daquela escola, convidando gente que trabalha com essas questões, ou que conhece essas questões. Convidando desde professores de universidades que estejam nas proximidades, passando por políticos, vereadores que entendam dessas questões, pescadores que estão envolvidos com o problema da falta de peixe agora... Esses problemas ambientais estão imensos e atingem a cada um e a cada uma, com relação ao ar, terra, fogo e a água, a água que a gente bebe. Então vamos pesquisar como é que esses problemas acontecem, na tradução na escola pra si própria dessas coisas que são globais.
E depois, como continua esse processo?
Muitos estados estão fazendo Conferências Regionais, muitos estados estão fazendo Conferências Estaduais. Cada escola trabalha com uma responsabilidade e uma ação. O delegado eleito e as responsabilidades que aquela comunidade assumiu na escola vão caminhando para essas instâncias mais abrangentes, até chegar na Conferência Nacional, em abril de 2009. Por outro lado, as ações ficam na escola, na comunidade. Então os desdobramentos são imensos, quando você pensa que nesse material tem o antes, o durante e o depois da conferência na escola, a formação da Com-Vida (Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida), um instrumento de planejamento coletivo, que é a Agenda 21 na escola. Então, está tudo aí, na mão das escolas, pra trabalharem com esses materiais que a gente está mandando, com consistência, e pensando que são materiais que estruturam e que nos ajudam a construir essas ações transformadoras locais.
Esta é a III edição da Conferência. Conte pra gente dos resultados da I e da II Conferência, e em que isso contribui para o andamento da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente.
Resultou num fortalecimento muito grande do movimento de juventude e meio ambiente. O pessoal que trabalha com as Com-Vidas acaba se interessando por participar dos Coletivos Jovens, da Rede de Juventude pelo Meio Ambiente. Isso faz com que tenhamos um “boom” desse pensamento nessa geração mais jovem.
Vou contar pra vocês uma coisa interessante: nós fizemos uma pesquisa pra saber o que fazem as escolas que fazem Educação Ambiental. Nós fomos a uma escola no interior do Mato Grosso do Sul e perguntamos: vocês fazem Educação Ambiental? Eles responderam “Não, não fazemos Educação Ambiental”, mas a gente sabia que aquela escola tinha feito Conferência. Disseram: “Não, a gente não faz, vocês tão perdendo tempo aqui”. Aí, perguntamos assim: mas vocês fizeram a Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente em 2003, certo? E ouvimos: “É, fizemos uma Conferência, sim. Ah, isso é Educação Ambiental?”. E sobre que tema vocês fizeram? “A gente trabalhou sobre como vamos cuidar dos nossos alimentos”. E o que aconteceu depois disso? “Aconteceu que... venha só ver a nossa horta”. Vimos uma horta orgânica incrível na escola, e ela falou assim: “e agora não é só a nossa escola que tem horta orgânica, são todas as escolas. Pela Conferência, criamos uma carta e mandamos pra Câmara dos Vereadores, e eles votaram que todas as escolas tinham que ter uma horta orgânica pra estudar as questões ambientais a partir dessa horta orgânica”. Esse é o nosso grande sonho: que essa educação ambiental perpasse as pessoas, as salas de aula, a escola, sem se preocupar se é educação ambiental, mas sim um pensamento ambiental, em qualidade de vida, em melhoria das relações com água, terra, alimentos, tudo.
Que recado você quer dar para os participantes da Comunidade Virtual da Conferência?
Eu digo que é pra vocês aproveitarem essa instância de Conferência pra inventar muitos mundos, pra conhecer muitas coisas... E que eu sinto muita “inveja” de vocês por poderem estar na escola fazendo a Conferência, enquanto eu tenho que ficar aqui, falando a distancia pras pessoas... Eu gostaria de estar nessas Conferências, porque é aí que a gente aprende muito.
Fonte: www.educarede.org.br
Comunidade: Vamos Cuidar do Brasil
Del 16 al 19 de octubre en el Hotel Dann en la ciudad de Bogotá – Colombia, se reunirán jóvenes líderes, delegados de gobierno, universidades, agencias de cooperación, organizaciones no gubernamentales, centros de investigación y el sector privado en el "VII Encuentro latinoamericano de Jóvenes por el Medio Ambiente y
El encuentro organizado por
De acuerdo al Panel Intergubernamental IPCC, América Latina esta sufriendo impactos por el cambio climático como el aumento de los desastres naturales, el derretimiento de glaciares, la escasez de agua, la desertificación de los suelos, la inundación de las costas, la perdida de biodiversidad, el blanqueamiento de corales, la propagación de enfermedades entre otros, lo que esta generando grandes perdidas ambientales, sociales y económicas.
Encontrar soluciones a este grave problema requiere del trabajo interdisciplinario e intersectorial, por eso el encuentro generará un espacio dinámico de dialogo, intercambio y cooperación y se desarrollará a través de conferencias y paneles de expertos nacionales e internacionales en temas ambientales y cambio climático, talleres, conversatorios, presentación de ponencias, mesas de trabajo, exhibición de póster y actividades culturales.
Entre los temas que abordarán se encuentran: Modelos de desarrollo, impactos sociales, económicos y ambientales del cambio climático, el rol de la juventud en el desarrollo de América latina, energías alternativas, educación, participación y comunicación, la sustentabilidad y acciones para el cambio, entre otros.
Este encuentro es una oportunidad para aquellas personas que quieren aportar en la construcción de un desarrollo sustentable.
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Corporación Grupo Tayrona
Email: encuentrostayrona@gmail.com
Bogotá - Colombia – Suramérica

A segunda maior formação vegetal do Brasil é uma dos ecossistemas mais esquecido pelo Governo Federal e pela população brasileira. Mesmo abrangendo 10 Estados, uma área equivalente a 2 milhões de km2 e apresentando duas estações bem marcadas: inverno seco e verão chuvoso, o Cerrado é vítima de grande ocupações agrícolas e de uma grande devastação ambiental. Com solo de savana tropical, deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca, entre arbustos esparsos e gramíneas e o cerradão, um tipo denso de vegetação, de formação florestal.
Banhada por três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) e possuindo uma grande variabilidade biológica, a região é historicamente lembrada pela grilagem de terra e por mega projetos insustentáveis do Governo Federal, entre eles a Transposição do Rio São Francisco. Mesmo sendo o único dos biomas brasileiros que faz limite com todos os outros e, por isso, mantém o que os pesquisadores chamam, de “áreas de tensão ecológica”, o Cerrado possui uma elevada complexidade devido a sua megabiodiversidade. Nessa região estão os conhecimentos culturais de camponeses, quilombolas e povos indígenas, o que já faz do Cerrado um importante instrumento de preservação dos costumes culturais. Estes povos e suas culturas rendem importantes contribuições para a sustentabilidade da região.
No Congresso Nacional, é extremamente visível o descanso com a Região. Lembramos que na região estão algumas das áreas mais pobres do país! Será por isso? Enquanto a bandeira da Amazônia é erguida por vários parlamentares, a bandeira do Cerrado é engavetada bem longe dos olhos da população e do ecossistema que clamam por ajuda. Diferente da situação da Amazônia, poucas ONG’s de grande porte lutam e são escutadas pelas questões referentes ao Cerrado.
Os projetos de lei e manifestações em favor da preservação do Cerrado são, de longe, muito escassos. Mesmo quando manifestações em prol de uma legislação favorável ao Cerrado foram realizadas na II Conferência Nacional do Meio Ambiente, este ecossistema continuou esquecido pelo poder público federal. As poucas áreas de proteção permanente existente, muitas vezes são desrespeitadas e a fiscalização do IBAMA e de órgãos competentes é praticamente NULA.
A partir da construção de Brasília e com a ocupação da região Centro-Oeste, quando ocorreu um rápido deslocamento da fronteira agrícola, baseado em desmatamentos, queimadas, usos de fertilizantes químicos e agrotóxicos, 67% das áreas do Cerrado foram modificadas, por voçorocas, assoreamento e envenenamento dos ecossistemas. Muitas áreas da região são desmatadas para a criação de gado e estabelecimento de monoculturas, como a soja e o algodão. Infelizmente, muitos dos fazendeiros ou pessoas ligadas a estes, são os gestores das políticas públicas que abrigam o Cerrado.
Nos anos 70, o Sr. Mario Guimarães Ferri, grande pesquisador brasileiro, já apontava para a importância de se preservar, conservar e fazer uso racional do Cerrado. Dizia que essas ações eram de fundamental importância para a preservação, inclusive, da Amazônia. Hoje, mesmo quando as elites políticas reconhecem que de fato o Brasil é importante ecologicamente para o planeta e que isso nos coloca sob diversos holofotes, o segundo maior ecossistema do país é literalmente esquecido e devastado.
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