Documento de Sistematização

Segue abaixo o documento Sistematizado durante a I Conferencia Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente na Bahia.

BRASIL: Qual o princípio da nossa mudança?

 

Somos seres humanos considerados racionais porque pensamos. Agimos de forma tão egocêntrica que acabamos esquecendo as questões ambientais. Que racionalidade é essa? Talvez seja por isso que o mundo esteja cada vez mais degradado. Não estamos pensando no próximo, nem no meio ambiente. Sendo assim não pensamos em nós mesmos.

 

A terra é nossa fonte de vida, é nela que nós moramos, plantamos e colhemos; e como tudo que se planta se colhe, temos que plantar bons frutos agora, para que as atuais e futuras gerações possam usufruir de tudo que ela nos oferece. Ela é um dos motivos da existência humana, é óbvio falar que precisa ser preservada, mas por incrível que pareça, este óbvio não é seguido. Não podemos compreender em que transformamos o mundo. Nós jovens, chegamos ao ponto de dizer que é necessário ser irracional para alcançarmos a racionalidade. Alcançamos um patamar de inversão de valores altíssimo.

 

A Constituição Federal brasileira traz no seu artigo 225, que "todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações". Este belíssimo texto não sai da teoria. Não queremos teorias, queremos PRÁTICA! Queremos que isso saia do papel, que vire realidade! É triste ver uma criança chorar ao contar que bebe água poluída, por falta de opção. Pergunto-lhes: é esse o Brasil que vocês querem para seus filhos e netos? Nos perguntamos se as gerações passadas, tinham tantas preocupações e inseguranças em relação ao meio ambiente... Se escutavam que sua cidade podia ser coberta pelo aumento do nível dos oceanos; que teriam uma maior probabilidade de desenvolver câncer de pele; que poderiam ter uma intoxicação ao consumir uma água poluída; que seus filhos não teriam a oportunidade de ver e presenciar a diversidade da fauna e da flora.

 

Temos como objetivo melhorar a qualidade do ar que respiramos e ajudar a preservar o nosso meio ambiente, por meio de nossas atitudes sempre pensando primeiro em nossa comunidade. Nós, a sociedade, temos que nos responsabilizar em conscientizar a todos(as), sobre o acúmulo do lixo e principalmente sobre os destinos inadequados do mesmo, realizando atividade com as escolas e comunidades. E envolvendo principalmente o poder público na implementação de uma política pública de coleta seletiva e destinação adequada dos resíduos sólidos.

 

Iremos dialogar com a população com a finalidade de assumir nossas responsabilidades em relação à preservação da fauna e flora. Para isso realizaremos ações com a comunidade para amenizar as queimadas, o desmatamento, a desertificação e o tráfico de animais.

 

Cada um de nós precisa ter o compromisso de diminuir o consumo de energia elétrica por meio de atos básicos, como: não deixar a luz acesa sem necessidade, estimular a criação de projetos para o uso de energias renováveis nos municípios e utilizar racionalmente os eletro domésticos.

 

A água é o elemento de maior importância para o ciclo da vida. Atualmente ela está sendo o principal alvo da poluição. O ser humano é o causador desse problema e também a própria vítima. Os fatores que contribuem para a escassez da água potável são: a poluição dos rios, a falta de saneamento básico, contaminação, desertificação, dentre outros. Para minimizar esses problemas devemos buscar parcerias com órgãos públicos e instituições não governamentais, para construir ações de revitalização dos rios e de recuperação das nascentes. É necessário realizar palestras socioambientais que conscientizem e mobilizem a população para a preservação das regiões afetadas e dos biomas como um todo.

 

Temos que entender que não adianta apenas reclamar, temos que fazer a nossa parte. Devemos parar de criticar as atitudes humanas sem nos incluirmos nesta humanidade. Antes de culpar o outro por não agir de forma sustentável, pare um instante e reflita: EU ESTOU FAZENDO A MINHA PARTE? EU ASSUMO MEU PAPEL E MINHAS RESPONSABILIDADES NA SOCIEDADE? Tudo parte de dentro para fora. Do micro pro macro, pois não adianta você pensar no âmbito federal e na sua comunidade não existir uma colaboração. Uma base bem estruturada surge primeiro dentro da casa de cada um; e é de casa para o mundo. Um micro bem estruturado reflete-se num macro também com uma boa estruturação. Nós brasileiros devemos acreditar que podemos fazer a diferença para o país, e sermos agentes construtores de um mundo melhor, não aceitando tudo passivamente.

 

Diante do exposto, informamos que, para alcançarmos o nossomobjetivo é preciso que estejam de mãos dadas nesse processo, o governo, a sociedade (famílias e escolas), e as empresas; sem essa união esse tripé não se estabelecerá e conseqüentemente o elo não estará formado. Propomos uma parceria, um processo reeducativo, um novo projeto socioeconômico, político e ambiental. Para assim chegarmos a uma conscientização maior, a um meio ambiente saudável e à própria preservação humana.

 

Devemos direcionar o entendimento de empresários no sentido de que a produção de produtos não deve continuar a visar apenas à lucratividade, e alertar a sociedade que o consumo pelo consumo é "campo minado". Esses fatores são imprescindíveis para construção de uma sociedade mais igualitária e justa; inserida num contexto ambiental saudável, conforme os princípios de qualidade de vida e bem estar.

 

O mundo todo deve estar voltado para a qualidade de vida da espécie humana e dos demais seres vivos, quem estiver contrario a isso está contra si mesmo e aos descendentes que virão.

 

Salvador, Bahia, 19 de novembro de 2008

Delegados e Delegadas da I Conferência Estadual Infanto-Juvenil de Meio Ambiente

Nej/RS apresenta novo portal EcoAgência e lança livro no próximo dia 26

O Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (Nej/RS) encerrará o ano lançando na próxima quarta-feira, 26, às 19h30, o novo portal da EcoAgência e o livro Jornalismo Ambiental: Desafios e Reflexões. O evento será na Palavraria (Rua Vasco da Gama, 165, Bom Fim), em Porto Alegre.

 

A fim de ampliar e qualificar sua cobertura, a EcoAgência investiu na reformulação da identidade visual do seu novo portal de notícias. O projeto demandou seis meses de trabalho e contou com a criação, planejamento e produção da Ozone Comunicação e Design. O objetivo é também alinhar a agência a ferramentas multimídia, utilizando tecnologia de ponta, mesclada à usabilidade total para os usuários: notícias, artigos, documentos para pesquisa, vídeos, fotografias e áudios.

 

A EcoAgência (www.ecoagencia.com.br) é mantida pelo Nej desde sua criação, em 2003.Iniciou suas atividades com o trabalho voluntário de jornalistas de várias partes do país. Foi um dos primeiros sites de jornalismo ambiental do Brasil e hoje conta da Petrobrás.

 

O livro, organizado pelos professores da Ufrgs, Ilza Maria Toutinho Girardi e Reges Schwaab, membros da diretoria do Nej, reúne 32 textos que discutem peculiaridades, problemas e possibilidades da cobertura sobre meio ambiente. Os trabalhos foram apresentados durante o II Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, realizado em Porto Alegre e organizado pelo Nej gaúcho.

 

Sobre o Nej/RS

 

O Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul, com 18 anos de existência, foi a primeira entidade do Brasil criada como o objetivo de ampliar e qualificar a informação ambiental, trabalhando para a capacitação dos jornalistas.

 

Atualmente é uma referência na América Latina, pois através das ações do Nej foram criadas a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e a Rede de Comunicação Ambiental da América Latina e Caribe, além de Núcleos de Ecojornalistas em outros Estados.

 

Mais informações:

 

Silvia FMsilviamarcuzzo@gmail.com

Adriane Rodriguesadriane@ecoagencia.com.br

Ato em Brasília a favor da PEC 115/150

O Bioma Cerrado abrange 11 estados, com uma área de mais de 2 milhões de km²,  restando apenas 20% de sua área nativa. Segundo especialistas se nada for feito em 20 anos o Cerrado pode ser dizimado.
 
As organizações e pessoas físicas que defendem estes Biomas vão a Brasília para visitar o Ministério do Meio Ambiente, Senado e Câmara Federal, onde vamos protocolar as 50 mil assinaturas  coletadas em defesa da PEC 115/150 que reconhece o Cerrado e a Caatinga como Patrimônio Nacional.
O Fórum Goiano em Defesa do Bioma Cerrado, convida a todos a participarem desta CARAVANA.
 
AGENDA:   Dia 26 de novembro
08hs Café da manhã com a Bancada Ambientalista
10hs Chegada das caravanas, em frente ao Museu Nacional - Esplanada dos Ministérios – DF
12:30 Almoço
13:30 Câmara Federal – Comissão do Meio Ambiente 
15: Plenário da Camara
      
Estaremos nesta caravana com Universidade Federal de Goiás e Universidade Católica de Goiás (professores, diretores, alunos servidores), Instituto de Tropico Sub-Umido da UCG, ong GEOAMBIENTE, Cerrado Vivo, Rede Cerrado, Comissão Pastoral da Terra, Fundação SOS Mata Atlântica, ECODATA, Central Única dos Trabalhadores em Goiás, Trilhas do Brasil, Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Goiás, Agencia Municipal do Meio Ambiente de Goiânia, Conferencia dos Religiosos do Brasil, Secretaria de Educação do Estado de Goiás, Secretaria Municipal de Educação de Goiânia, Instituto Brasil Central, Instituto Flamboyant, Sociedade  Ambientalista Brasileira no Cerrado,  Bispo Emérito Dom Thomas, Ambientalistas liberais defensores da PEC, Deputados Federais da frente ambiental.

Fórum Goiano em Defesa do Cerrado
 
PEC 115/150
 
Coordenação: CPT Regional Goiás.  Rua 19 nº 35, Ed. Dom Abel, Centro, Goiânia – GO
forum.goianodocerrado@hotmail.com.br   62 3223-5724 – 9973-7071

 

                 

Brasileiros sofrem efeitos da seca em 360 municípios
Envolverde no Informativo Itaú

IDH Jovem, um instrumento de informações para a Juventude

A juventude já possui mais um instrumento de informações sobre as Mudanças Climáticas. Lançando neste segundo semestre pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a ONG inglesa Peace Child, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2007/2008, direcionados para a juventude, traz em suas páginas um mosaico de visões sobre a principal questão ambiental da atualidade.

 

Para aqueles que não conhecem, o IDH é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança, média de vida, natalidade e outros fatores. É uma maneira padronizada de avaliação e medida de bem-estar de uma população, principalmente bem-estar infantil. O índice foi desenvolvido pelo economista paquistanês, Nahbub ul Huq, em 1990, e desde 1993 é utilizado pelo PNUD. Os relatórios jovens passaram a ser produzidos em 2006.

 

                  

 

Partindo do conceito de empoderamento de jovens, em 2006, as duas organizações se juntaram para construir um relatório que fosse viável a leitura dos jovens. A partir disso, para cada publicação do IDH, as organizações constroem uma força tarefa composta por jovens de todos os 5 continentes. Durante o processo de seleção dos textos e imagens, 5 jovens são convidados a ficarem sediados em Londres para participarem diretamente do processo de construção do relatório.

 

Para ilustrar as páginas e ao mesmo tempo fazer com que o jovem sinta-se dentro do processo de construção do documento, o relatório passa a ser composto por atividades de diversos grupos escolares de todos os cantos do mundo. Os desenhos, poemas e etc são utilizados com dois sentidos: para que os jovens tenham o poder de participar diretamente da elaboração de um documento oficial e para que todos possam compreender as mensagens. Essa simples atitude faz com que diversos jovens leiam o relatório produzido.

 

O processo de construção do IDH Jovem se inicia no mês de março de cada ano, quando é aberta uma convocatória de textos, fotos, figuras e etc, e, também, traçados as metas para a produção do relatório. A divulgação é basicamente virtual e dependente dos escritórios parceiros da Peace Child e do PNUD em algumas regiões. O processo no Brasil e na América Latina ainda está lendo, mas novas ações estão previstas para essa região e com isso espera-se que a contribuição dos países latinos possa ser maior. O IDH de 2009 será sobre migração e será lançando em setembro do próximo ano.

 

Link para o relatório 2007/2008 - http://hdr.undp.org/en/reports/publications/title,12016,en.html

 

            

Obama com relação à Água e outros temas relacionados

Por: Alberto Palombo. Especial para AguaOnline

http://www.aguaonline.com.br

 

Depois de toda a euforia dos últimos dias que culminou com a eleição presidencial de Barrack Obama, a ficha cai e a realidade é enfrentar os assuntos mais urgentes de seu governo. Em meio à crise financeira mundial, cuja origem remonta à especulação do mercado e práticas anti-éticas de financiamento imobiliário, existe outra crise a enfrentar, e os Estados Unidos desempenham nela um papel fundamental: o ambiente global e as mudanças climáticas. É interessante notar que as respostas do Presidente Eleito Obama estabelecem paralelos entre a crise financeira e a ambiental, buscando estabelecer reformas e práticas éticas.

 

Antes das eleições, um grupo de cidadãos chamado Science Debate 2008 organizou um debate presidencial sobre as ciências. Em questão de semanas, mais de 28 mil pesquisadores, engenheiros e outros cidadãos estadunidenses interessados somaram-se à iniciativa, incluindo praticamente todas as organizações científicas, dezenas de ganhadores do Prêmio Nobel, líderes da indústria, funcionários eleitos, e reitores de mais de 100 universidades americanas. Entre outros assuntos, os participantes contribuíram com 3400 perguntas que queriam fazer aos candidatos presidenciais, sobre a ciência e o futuro da América e Science Debate 2008 as consolidou em 14 perguntas que os candidatos deveriam responder. As perguntas foram suficientemente amplas para permitir amplitude das respostas, mas ao mesmo tempo foram suficientemente específicas para guiar a discussão para os desafios mais prominentes e importantes que enfrentam os Estados Unidos.

 

As respostas do (presidente eleito) Barrack Obama, relacionadas ao tema água e outros, encontram-se abaixo. Também é interessante notar que a palavra “água” está entre as 100 palavras mais frequentemente citadas pelo presidente eleito Obama.

 

Obama sobre a Crise Doméstica da Água

 

De acordo com a Science Debate 2008, trinta e nove estados americanos experimentarão escassez de água na próxima década. O presidente eleito Obama pensa que o ponto de partida para as políticas hídricas é reorganizar a forma como os Estados Unidas usa o precioso recurso: “os preços e as políticas devem estabelecer-se de forma que se dêem a todos incentivos claros para usar a água eficientemente e evitar o desperdício. As regulações que afetam o uso da água em dispositivos e incentivos para mudar os jardins irrigados em paisagismo ‘que usem a água inteligentemente’ são alguns exemplos”.

 

Obama afirma que o governo tem a obrigação de dar assistência para o desenvolvimento de técnicas para o uso eficiente da água: “informação, capacitação e, em alguns casos, assistência econômica, devem estar disponíveis para os agricultores e negócios que necessitam adotar melhores práticas de eficiência hídrica”. Acrescenta que estabelecerá um plano nacional para assistir às “regiões de alto crescimento” no que se refere à gestão da água.

 

Finalmente, o presidente eleito Obama pensa que a tecnologia desempenhará um papel vital na proteção dos recursos hídricos: É “crítico que embarquemos em um programa concertado de pesquisa, desenvolvimento e testes de novas tecnologias que reduzam o uso da água”.

 

Obama sobre as mudanças climáticas

 

Talvez o tema das mudanças climáticas seja o maior desafio que enfrenta a humanidade no século XXI. O governo atual (de Bush) nos Estados Unidas gastou a maior parte do tempo em negar o câmbio climático e, quando admitiu a realidade de ter de enfrentá-lo, recusou-se a realizar ações mais significativas para mitigar seus efeitos. O presidente eleito Obama estabeleceu uma clara distinção entre suas perspectivas sobre as mudanças climáticas e aquela do governo atual, dizendo que ele daria alta prioridade ao tema se fosse eleito.

 

“Não há mais lugar a dúvidas de que as atividades humanas estão influenciando o clima global e que devemos reagir rápida e efetivamente”, disse, e “os Estados Unidos devem apartar-se de posições tangenciais e realizar ações que deveriam ter sido tomadas já há algum tempo aqui nos EUA para reduzir suas próprias emissões de gases de efeito estufa. Temos que assumir um papel de liderança no projeto de tecnologias que permitam beneficiarmo-nos de uma economia crescente e próspera”.

 

O presidente eleito se compromete a reduzir “80% das emissões de gases de efeito estufa a níveis de 1990 para o ano 2050”, por meio de um sistema de limites e trocas (“cap-and-trade”), explicando que tal sistema “se fundamenta no poder dos mercados de reduzir emissões de forma efetiva e flexível com relação aos custos”.

 

Obama nota que, sendo as mudanças climáticas um tema global, requer uma ampla cooperação com a comunidade internacional, incluindo “contribuições de todos os rincões do mundo – particularmente de outros grandes emissores mundiais: China, Europa e Índia”.

 

O presidente eleito Obama planeja criar um Fórum Mundial da Energia com os membros do G8 e cinco adicionais: Brasil, China, Índia, México e África do Sul. Diz que este Fórum será formado pelas “nações de maior consumo energético do mundo desenvolvido e em desenvolvimento” e que “se concentrará exclusivamente em temas energéticos e ambientais globais”.

 

Obama sobre informação científica e pesquisa

 

Depois de alegações de abuso por parte do governo atual no uso da informação científica, o presidente eleito declarou que a ciência deve ser “se cor ideológica”.  Prometeu que “restaurará o princípio básico de que as decisões do governo devem estar fundamentadas sobre as evidências validadas pela melhor ciência e tecnologia disponíveis e não pela predisposição ideológica de funcionários governamentais ou indicados politicamente para os cargos de agências.”

 

Ressaltando a vital importância da pesquisa científica para resolver muitos dos problemas globais, o presidente eleito Obama se comprometeu em “incrementar os recursos para pesquisa básica em “ciências da vida”, matemáticas e engenharia a uma proporção que permita dobrar seus orçamentos para pesquisa na próxima década”, acrescentando que “aumentaremos apoios financeiros para pesquisadores nas etapas iniciais de suas carreiras para manter os jovens pesquisadores que entram neste campo. Aumentaremos os apoio para carteiras de pesquisa de alto risco e alto benefício potencial em nossas agências científicas. E, investiremos em pesquisa de ponta necessária para superar os desafios energéticos e a transformação dos programas de defesa.” Especificamente citou uma grande expansão de programas de pesquisa em agências como NASA, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), a Fundação Nacional para a Ciência (NSF) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

 

Este artigo foi elaborado com informações obtidas no Science Debate 2008, Associated Press y US Water News. Para obter o conteúdo original das respostas dos candidatos Obama e McCain, por favor entre no http://www.sciencedebate2008.com  (disponível somente em inglês).

 

 

Alberto Palombo é engenheiro industrial e escritor amador sobre temas de água. É fundador da Rede Interamericana de Recursos Hídricos (RIRH) e consultor do Instituto Brasileiros de Estudos e Ações em Saneamento Ambiental e Gestão de Recursos Hídricos (IBEASA). As opiniões e perspectivas expressas são as próprias e não representam a opinião da RIRH, IBEASA ou qualquer de seus clientes. E-mail: apalombo@infohydro.com

Juventude comemora seu "Dia" em Itanhaém / SP

No dia 5 de novembro acontecerá o Iº Dia Municipal da Juventude de Itanhaém, que traz para o debate nesta primeira edição o tema "Desafios de hoje, visões do amanhã". O objetivo é reunir cerca de 150 pessoas para discutir o papel da juventude na sociedade contemporânea. 

 

O local das atividades será o Centro Comunitário da Paróquia, localizado na Av. Rui Barbosa, 1.200 no Jardim Laranjeiras, com o inicio da programação previsto para às 09hs e término às 17hs.

 

O evento é uma iniciativa de organizações juvenis que se uniram para iniciar a discussão sobre políticas públicas de juventude no município. Fazem parte desta articulação a Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas, Rejuma – Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade, Pastoral da Juventude, a União Brasileira de Juventude, Interact e o MEDI – Movimento Estudantil de Itanhaém.

Desde 2003 o debate a respeito de políticas de juventude vem andando a passos firmes no Brasil, que hoje tem uma Secretaria Nacional de Juventude, um Conselho Nacional de Juventude e está caminhando na construção de uma Política Nacional de Juventude.

 

Segundo o educador ambiental da Ecosurfi, André Barbosa, o maior avanço a ser considerado quando se fala em ações e projetos para os jovens é o reconhecimento destes enquanto sujeitos de direitos. "Hoje não dá mais pra pensar na juventude como o futuro da humanidade. Os jovens têm opiniões, tem jeitos próprios de se manifestar politicamente, de atuar enquanto atores sociais. Inserir os jovens na sociedade é dar voz a eles. Não bastam mais programas de primeiro emprego", explica.

 

No cenário sócio-político, a atuação juvenil vem se tornando a cada instante essencial na discussão de qualquer política publica, e é impossível se pensar numa política nacional de/para a juventude sem a participação desta. Com isso para se chegar a resultados tangíveis é necessário o trabalho e a união dos jovens e seus movimentos, para que sejam criados espaços para que as diferentes visões e ideologias se cruzem e partilhem seus problemas, soluções e idéias, reforçando suas articulações na sociedade.

 

Para Elis Gabriela representante da Pastoral da Juventude (PJ) em Itanhaém, toda a juventude deve se reconhecer como os protagonistas das mudanças. "Assim que o jovem parar de ser entendido, não mais como o futuro e sim como o presente, a juventude terá seu espaço, vez e voz. Se estivermos  sempre encaixados nessa visão, jamais atuaremos em nosso próprio benefício, em qualquer área, segmento ou setor".

 

Neste sentido, o Iº Dia Municipal da Juventude de Itanhaém será um espaço de construção e expressão coletiva. Por meio dos eixos "Juventude e Meio Ambiente" e "Juventude e Participação Social", vai envolver os jovens numa discussão propositiva sobre como participar e intervir positivamente no município.

 

O Iº Dia Municipal da Juventude de Itanhaém conta com o apoio das Lojas Pernambucanas, Rotary Club, Serralheria Nova, Prefeitura Municipal de Itanhaém e Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Itanhaém.

 

              

 

Programação

 

09h00 – Composição da mesa com as instituições organizadoras;

      - Apresentação da fanfarra da EM Teixeira Rosas;

      - Alongamento – Preparação do corpo e da mente

      - Apresentação do Funk da Com-Vida c/ Danilo (aluno da EM Maria Aparecida Soares Amêndola);

09h20 – Painel – A Juventude que está fazendo.

10h15 – Dinâmica de Socialização;

10h30 – Mesa Redonda – Olhares de/com/para Juventude.

12h00 – Almoço

13h00 – Dinâmica para separação dos grupos

13h30 – Oficinas;

            Oficina 01 - Juventude e Meio Ambiente

            Oficina 02 - Juventude e Participação Social.

16h00 – Plenária para apresentaçãos das propostas.

17h00 – Marcha da Juventude, saída do Centro Comunitário e caminhada até a Praça Narciso de Andrade.

18h00 até as 22h00 – Show na Ladeira, com dança de rua, rodas de capoeira e apresentações de grupos locais

 

João Malavolta

ONG ECOSURFI

CJ Caiçara | REABS | REPEA

 

TEL: 55 13 9751 0332

www.ecosurfi.org

www.ecosurfi.blogspot.com

www.flechadeluz.org

 

Visitem o Blog:

www.ecobservatorio.blogspot.com

 

Acesse e participe do Grupo Ecosurfi

http://groups.google.com/group/ecosurfi

 

"Sendo Homens do Mar os Surfistas

devem compactuar na busca

incessante pela preservação das

praias, mares e oceanos em

todo o nosso Planeta" (ECOSURFI).

Livro discute desafios e perspectivas do Jornalismo Ambiental

Publicação do Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul traz 32 textos de autores nacionais e internacionais

 

Fonte: www.ecoagencia.com.br

 

O Núcleo de Ecojornalistas do RS lança na quarta-feira, 05.11, às 18h30, na Feira do Livro de Porto Alegre, o livro “Jornalismo Ambiental: desafios e reflexões”. A publicação, com 450 páginas, reúne 32 textos sobre peculiaridades, problemas e possibilidades da cobertura sobre meio ambiente. A obra foi organizada pelos jornalistas e pesquisadores Ilza Girardi e Reges Schwaab, integrantes da diretoria do NEJ/RS e sai pela Editora Dom Quixote, de Porto Alegre.

Segundo Ilza Girardi, o livro representa a concretização de um esforço coletivo para colocar à disposição de jornalistas e estudantes da área, um material que contribuirá com a qualificação profissional e o aprofundamento das discussões sobre os problemas ambientais. “O nosso papel, enquanto jornalistas, é o de levantar temas, questionar problemas que afetam a qualidade de vida de todos os seres e também mostrar bons exemplos”, argumenta.

Ao debater a complexidade da abordagem da problemática socioambiental, o conjunto de artigos busca ampliar a compreensão da natureza do Jornalismo Ambiental e do próprio fazer jornalístico: os pressupostos éticos, o caráter público da informação, a cidadania e a necessidade de uma cobertura qualificada, superando uma visão fragmentária da realidade.

Fruto dos debates do II Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, promovido pelo Núcleo em 2007, o livro está dividido em duas partes. Na primeira, estão textos de jornalistas brasileiros e de outros países da América Latina, além de pesquisadores da área, que foram conferencistas no evento: Adalberto Marcondes, André Trigueiro, Beatriz Dornelles Gabriela Michelotti, Vilmar Berna e Wilson da Costa Bueno, do Brasil, além de Adelfa Fiallo (Cuba), Hernán Sorhuet Gelos (Uruguai), Miguel Angel de Alba (México), Sharon Pringle (Panamá) e Victor Bacchetta (Uruguai).

Na segunda parte, o livro traz textos de pesquisadores de diferentes etapas de formação acadêmica, além de professores universitários, apresentados nas sessões de trabalhos científicos do Congresso: Ana Paula Lückman; Bianca Costa; Carine Massierer; Clarissa Baumont, Ilza Girardi e Rosa Nívea Pedroso; Carlos Fioravanti; Cláudia de Moraes e Aline Corrêa; Cristiane Pereira; Dinair Teixeira; Edileuson Almeida; Efraim Neto; Eloísa Loose; Fabrício Ângelo e Cacilda Carvalho; Jane Mazzarino; Katarini Miguel; Lara Ely; Laura Martirani e Helena Gomes; Lourdes Silva e Nilzélia Oliveira; Maria Daniela Vianna e Wanda Günther; Maria Morais; Mariana Campos; Patrícia Kolling e Everton Maciel.

Para Ilza Girardi, que também é a atual coordenadora do NEJ/RS, o livro “Jornalismo Ambiental: desafios e reflexões” é uma conquista marcante dentro dos 18 anos da entidade. A contribuição gentil dos autores foi fundamental, segundo ela, para concretizar a proposta. “Esperamos continuar com as nossas diversas frentes de atuação: os debates das Terças Ecológicas, o portal EcoAgência, o programa de rádio Sintonia da Terra, além das publicações, palestras e cursos que temos oferecido. O que move o NEJ/RS é a crença de que através deste trabalho avançamos na construção de uma vida sustentável, que significa um mundo com justição social, paz, solidariedade e respeito a todos os seres”, completa.

 

                        

Jornalismo Ambiental: desafios e reflexões. Ilza Girardi e Reges Schwaab (orgs.). Editora Dom Quixote e Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul
Lançamento: 05.11, quarta-feira, 18h30 – Praça Central da 54ª Feira do Livro de Porto Alegre
Páginas: 450 págs
ISBN: 978-85-99988-15-2
Vendas: O livro estará disponível nacionalmente pela Livraria Cultura e nas seguintes livrarias de Porto Alegre: Bamboletras, Palavraria, Zouk, Letras & Cia, Usasul, Livraria do Advogado, Palmarinca, Pereira e Moura (Direito/UFRGS), Ventura e Livraria Ábaco. Nos próximos dias o NEJ/RS iniciará a venda também por meio do site www.ecoagencia.com.br

Jornalismo Ambiental: Desafios e Reflexões

                        

 

Uma publicação do Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul

(NEJ/RS)

 

Organizando por Ilza Girardi e Reges Schwaab (orgs.)

 

Editora Dom Quixote

 

Sessão de autógrafos na 54ª Feira do Livro de Porto Alegre

 

05/11/08 (quarta-feira), às 18:30, na Praça Central do Evento

 

Sobre o livro:

 

Jornalismo Ambiental: Desafios e Reflexões reúne trinta e dois textos que discutem peculiaridades, problemas e possibilidades da cobertura sobre meio ambiente, como o emprego do conhecimento especializado para superar a visão fragmentária da realidade.

 

Fruto dos debates do II Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, promovido pelo Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul em 2007, em Porto Alegre, o livro está dividido em duas partes. Na primeira, estão os textos dos jornalistas conferencistas; na segunda, as comunicações apresentados sob a forma de trabalho científico.

 

Ao debater, teórica e empiricamente, a complexidade da abordagem da problemática socioambiental pelo Jornalismo, o conjunto de artigos amplia as possibilidades de compreensão dos conceitos que envolvem o Jornalismo Ambiental e o próprio fazer jornalístico, seus pressupostos éticos, o caráter público da informação, a cidadania e a necessidade de uma cobertura qualificada, fazendo sempre a conexão da parte com o todo.

 

Os autores:

 

Primeira parte: Adalberto Marcondes; Adelfa Fiallo; André Trigueiro; Beatriz Dornelles; Gabriela Michelotti; Hernán Sorhuet Gelos; Miguel Angel de Alba; Sharon Pringle; Victor Bacchetta; Vilmar Berna; Wilson da Costa Bueno.

 

Segunda parte: Ana Paula Lückman; Bianca Brandi Costa; Carine Massierer; Clarissa Baumont, Ilza Girardi e Rosa Nívea Pedroso; Carlos Fioravanti; Cláudia de Moraes e Aline Michelle; Cristiane Leite Pereira; Dinair Teixeira; Edileuson Almeida; Efraim Neto; Eloísa Loose; Fabrício Ângelo e Cacilda Carvalho; Jane Mazzarino; Katarini Miguel; Lara Ely; Laura Martirani e Helena Gomes; Lourdes Pereira Silva e Nilzélia da Silva Oliveira; Maria Daniela de Araújo Vianna e Wanda Günther; Maria Lucia Morais; Mariana Campos; Patrícia Kolling e Everton Maciel
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